O que você está procurando?

sábado, 5 de abril de 2014

#13

                        "E no meio de tanta gente eu encontrei você

Entre tanta gente chata sem nenhuma graça, você veio
E eu que pensava que não ia me apaixonar
Nunca mais na vida

Eu podia ficar feio, só, perdido
Mas com você eu fico muito mais bonito
Mais esperto
E podia estar tudo agora dando errado pra mim
Mas com você dá certo

Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca, nunca mais
Por isso não vá, não vá embora
Por isso não me deixe nunca, nunca mais

Eu podia estar sofrendo, caído por aí
Mas com você eu fico muito mais feliz
Mais desperto
Eu podia estar agora sem você
Mas eu não quero, não quero"

Eu gostaria de falar sobre amor só um pouco mais. É realmente meu tema favorito. 
Então, eu saí da faculdade quinta feira passada me sentindo realmente mal. Eu sentia como se estivesse fazendo tudo errado, eu sentia saudades. Eu me senti sozinha. Eu tinha vontade de chorar, mas não conseguia encontrar um motivo válido, pois eu sei que  tenho tudo o que preciso. Eu faço tudo o que quero. Mas eu sentia saudades do meu namorado, dos meus amigos, da minha família. Eu sentia saudades de me sentir amada. Eu senti como se meus sonhos estivessem escapando de mim e eu não os tivesse perseguindo. Eu cheguei em casa, lavei a louça, peguei um suco e uma água. Sem fome. Eu fui para o meu quarto e larguei minhas coisas na cama. Aí eu fui até o quarto do meu pai. Minha irmãzinha (ela tem 3 anos) gritou meu nome. Ela estava tão feliz em me ver. Foi um sentimento tão incrível. Ela sempre me faz sentir tão especial e nem faz ideia disso. Nós brincamos, assistimos videos, dançamos e cantamos. Aí eu fiquei com fome e eu fiz macarrão pra gente. Ela saiu toda feliz gritando "Mamãe, a Luma fez macarrão pra gente!". Ela me fez feliz. 
Se você me perguntasse se eu queria um irmão, há quase quatro anos atrás, eu diria que não. Mas a Louise, essa foi amor à primeira vista. Eu juro que não acreditava nisso até o dia 29 de julho de 2010. Mais exatamente, até um minuto antes de ela nascer. Até o momento que eu coloquei os olhos nela. É um amor tão grande, e que só cresce, que eu nem consigo descrever. É só o que importa pra mim. Eu nunca vou deixar nada estragar isso. Nunca. 


Ps: essa é uma das minhas fotos preferidas. Essa anjinha princesa é a Louise e esse vovô lindo do lado dela é o nosso avô. <3


domingo, 23 de março de 2014

#12

"I'll stop the whole world
I'll stop the whole world from turning into a monster
Eating us alive
Don't you ever wonder how we survive?
Well now that you're gone the world is ours"


Desculpem-me, mas eu não vivo de rancores. Eu não guardo mágoas. Eu não planejo meu futuro pensando na melhor forma de me vingar. Podem me chamar de ingênua -ou, mais agressivamente, de idiota-, mas eu procuro ver sempre o melhor nos outros.

"I'm only human
I've got a skeleton in me
But I'm not the villain
Despite what you're always preaching
Call me a traitor
I'm just collecting your victims
And they're getting stronger
I hear them calling"


Desculpem-me mais uma vez se a minha forma de ver as coisas lhes parece errada. Talvez eu realmente viva num mundo fantasioso aonde todas as pessoas têm boas intenções. Mas eu também conheço o mundo aonde as pessoas são hostis. E depois de tanta pancada, algumas coisas já não quebram mais. E é isso que eu imagino das coisas ruins: uma forma de defesa. Talvez eu só esteja com sono e falando coisas aleatórias. Talvez não.

Desentendimentos acontecem, "we're only humans". Mas se vocês acham que vou deixar isso definir meus momentos, então pensem duas vezes. Pensem duas vezes sobre deixar a parte ruim ser o mais relevante das novas experiências. E pensar que conviver com outras pessoas vai ser fácil, isso sim é ser ingênuo. Achar que as pessoas vão viver concordando com tudo: não. No entanto, não significa que não possa haver harmonia, consenso e tolerância. É preciso saber lidar. Não soubemos lidar. Brigamos, falamos alto, choramos e ferimos. Serviu de lição. Serviu para crescermos como pessoas. Passou. Não guardo as brigas, os gritos, os choros e as agressões. Guardo os sorrisos, as risadas, as piadas, as músicas, as danças, as comidas, as bebidas, as ondas, as loucuras, as praias, as pessoas, os carnavais, as fotos, os vídeos, as histórias, as memórias, as lições. Guardo o amor. Acima de tudo, o amor. Porque tinha amor ali. Tinha sim, do primeiro ao último momento, nas suas diversas formas. Eu escolhi guardar o que me deixa feliz. E eu não me desculpo mais por isso. E eu lamento se você não pensa como eu.

"Well you thought of straight solutions
But I liked the tension
And not always knowing the answers
You're gonna lose it"


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

#11

There are those times when I feel like it got to be hidden. It's mine, it's private. It's under pressure. 
And there are those other times when I feel like screaming it for the whole world to know. It's so much happiness that I can't keep it inside. 
It's messy, new, confusing, but it's beautiful, unknown and most of all, it's right. It's love.
  

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

#9

Tô cansada. Cansada de tanto ódio, desejo de destruição e desentendimento. Cansada de desarmonia, de deboche, de preconceito, de feridas, de tornar as coisas difíceis, de mentir, de omitir, de brigar, de finjir, de ter pena... Exausta de ter que esperar, de decifrar, de ter medo, de tentar entender, de me preocupar com o que os outros pensam, de querer ser quem eu não sou, de chorar de tristeza, de competição, da inveja. Estou cansada de estar cansada.
Quero outras coisas! Quero amizades sinceras, quero sorrisos alheios, quero ser FELIZ POR NADA, quero encontrar amigos por aí, quero fazer amigos, quero as coisas simples, os beijos e abraços de saudade, o inesperado, o significativo, o verdadeiro e transparente. Quero as coisas pequenas que fazem o meu dia, quero minha família reunida, quero meus amigos unidos, quero as músicas perfeitas, quero que todos sejam felizes.
Um dia de cada vez, vou cortar as coisas que me cansam. Um dia decada vez vou tentar ser uma pessoa melhor. E talvez um dia eu consiga. Talvez demore muitos anos e talvez eu me decepcione mais com as pessoas por não me entenderem, mas vai valer muito a pena o um dia, quando ele chegar. O dia que eu puder compartilhar toda minha alegria, todo meu amor, toda a minha gratidão e mesmo assim estar cheia deles (de alegria, amor e gratidão).



quarta-feira, 7 de novembro de 2012

#8

Não é preciso muito. É preciso uma surpresa. Não uma grande, cara e vazia, mas uma simples, pequena e inesperada... É preciso um sorriso, um beijo na bochecha, uma piada, uma risada. Sem jogos, sem jogadas, sem pensar duas vezes, pensar muito ou desvendar. Simples como uma fantasia. Espontânea. Do tipo que fica na cabeça o dia todo passando repetidas vezes como um filme. Não é preciso muito, é? Para fazer a diferença na vida de alguém?

Texto pequeno, simples e objetivo, porque é basicamente isso. São as pequenas coisas que mudam a nossa química cerebral, e não as exageradas. No final das contas, é isso o que importa..

Beijos,
Luma.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

#7

Eu nunca gostei de etiqueta. Também nunca gostei de rótulos. Minha mãe diz que, desde bem pequena, eu costumava tentar arrancar etiquetas e rótulos das coisas - principalmente roupas: ela diz que enquanto não fossem arrancadas eu não sossegava. Hoje em dia, elas nem me incomodam tanto assim (pelo menos não as de roupa). Incômodo de verdade é a mania que algumas pessoas têm de rotular as outras.
Por que temos que definir e categorizar os outros? E pior: por que algumas categoria têm que brigar? Por que o nerd não pode ouvir funk, a patricinha não pode gostar de games e o esportista não pode gostar de cozinhar? E por que eles são chamados dessa forma?!
Entendo mais do que bem o sentimento de querer pertencer a algum lugar, de achar seu lugar no mundo  e, ao meu ver, é esse desejo que move tal mania. As pessoas querem pertencer. EU quero pertencer. Mas da mesma forma, também não quero ser só mais uma na prateleira, com rótulo, preço e data de validade.
SO WHAT se eu gosto de festas, português, pop, ficção científica, video games, funk, informática, gastronomia, bicicleta, maquiagem, academia, matemática, inglês e filmes de terror? E se eu não gosto de política, The Godfather, futebol, carnaval, muvucas, Red Hot, etc... Eu posso. E você também pode gostar da combinação maluca de coisas que quiser, sem problemas.
Eu não julgo meus amigos nem categorizo-os por seus gostos, mas pela amizade, amor, honestidade e felicidade que eles trazem. Meus amigos não têm rótulo, não tem preço e tampouco estão à venda. E eu penso duas vezes antes de fazer um julgamento. Acho que você deveria também.
Cada um tem sua história, suas batalhas, suas vitórias e derrotas, vivências e influências, e não somos nós quem decidimos sobre dignidade e valores, mas o fato fato de o fazer-mos diz muito sobre quem somos.


sábado, 26 de maio de 2012

#6

     No fim do dia a gente vai dormir sabendo que tem amigos lindos os quais não trocaríamos por nada nesse mundo. E agradecendo cada oportunidade não apenas de estar com eles, mas tê-los.
     Amigo ouve, fala, brinca, briga, grita, compartilha, carrega, ajuda, sustenta, acorda, liga, guarda, é honesto, aberto e certo. Amigo é bom. Dá sensação de segurança e compreensão. Dá trabalho e dá saudade. Amigo vale a pena.
     Amigo não exige dois pensamentos, mas sim confiança e coragem. Amigos trazem vulnerabilidade e força, compreensão e explicação, realidade e imaginação. Amigos são livros, diários, piadas, revistas de fofocas e atualidades. Amizade é aceitação apesar de tudo. É entender que nem todo mundo pensa igual ou vive igual e isso não é o fim do mundo.
    Amigo é dormir falando no telefone, dividir suas latas de Pringgles e Coca-Cola, assistir o mesmo filme até decorar a fala, se juntar para não fazer nada, ouvir músicas repetidas ou chatas, fazer gordices, ir a shows que você não iria, jogar roubando e fazendo complô, ir ao mesmo restaurante mil vezes, tirar fotos feitas , fazer escândalos no meio da rua, ser vergonha alheia, pagar micos, estudar 5 minutos e fofocar 30, ir até o Bibi tomar sucos e dividir um crepe ou uma batata, ficar super animado com um brinquedo da infância, fazer bullying, discutir sobre apocalipse zumbi, jogar rpg online, dançar umas músicas "peculiares" e cair na maior gargalhada, trocar mensagens que não dizem nada, trocar olhares que dizem tudo, completar frases um do outro, rir da desgraça alheia, não se conter de felicidade ao se encontrar, principalmente se isso nunca acontece ( e é estranho), ir dormir de madrugada fuçando o facebook dos outros, dar sustos durante um filme de terror, segurar a mão nos momentos tensos, quase não segurar as lágrimas nos momentos emocionantes, ir fazer exames e outros programas de índio, ser família, compartilhar gostos estranhos, entre outras milhares de coisas que são pequenas mais fazem a maior diferença.
     Posso dizer que, resumindo bem, ser amigo é amar e fazer tudo sem esperar nada em troca, mas com a certeza de que é tudo recíproco.